Rosto comprido, airosa, angelical, macia,
Por vezes, a alemã que eu sigo e que me agrada,
Mais alva que o luar de inverno que me esfria,
Nas ruas a que o gás dá noites de balada;
Sob os abafos bons que o Norte escolheria,
Com seu passinho curto e em suas lãs forrada,
Recorda-me a elegância, a graça, a galhardia
De uma ovelhinha branca, ingênua e delicada.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Análise ao Poema "Num Bairro Moderno"
Personagem de Os Maias
As personagens intervenientes na acção de "Os Maias" são cerca de 60. É,
portanto, impossível e desnecessário fazer a análise de todas elas. Cingimo-nos
às personagens principais e algumas personagens planas ou tipo que consideramos
importantes para o desenrolar da acção.
Personagens Centrais:
Afonso da Maia | Pedro da Maia | Carlos da Maia | Maria Eduarda | Maria Monforte
Personagens Planas e/ou Tipo:
João da Ega | Eusébiozinho | Alencar | Conde de Gouvarinho | Sousa Neto
Palma Cavalão | Dâmaso Salcede | Steinbroken | Cohen | Craft
Condessa de Gouvarinho | Cruges | Tancredo | Sr. Guimarães | Rufino
Eça utiliza dois tipos de caracterização das suas personagens: a caracterização directa e a caracterização indirecta. A primeira é usada de forma privilegiada para todas as personagens à excepção de Carlos. Destaca-se a heterocaracterização naturalista de Pedro da Maia e a autocaracterização mista de Maria Eduarda. A caracterização indirecta é utilizada para a personagem Carlos da Maia, do qual apenas se apresentam, inicialmente, pequenos traços físicos, deixando que as suas acções demonstrem a sua personalidade.
Personagens Centrais:
Afonso da Maia | Pedro da Maia | Carlos da Maia | Maria Eduarda | Maria Monforte
Personagens Planas e/ou Tipo:
João da Ega | Eusébiozinho | Alencar | Conde de Gouvarinho | Sousa Neto
Palma Cavalão | Dâmaso Salcede | Steinbroken | Cohen | Craft
Condessa de Gouvarinho | Cruges | Tancredo | Sr. Guimarães | Rufino
Eça utiliza dois tipos de caracterização das suas personagens: a caracterização directa e a caracterização indirecta. A primeira é usada de forma privilegiada para todas as personagens à excepção de Carlos. Destaca-se a heterocaracterização naturalista de Pedro da Maia e a autocaracterização mista de Maria Eduarda. A caracterização indirecta é utilizada para a personagem Carlos da Maia, do qual apenas se apresentam, inicialmente, pequenos traços físicos, deixando que as suas acções demonstrem a sua personalidade.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Cesário Verde (Biografia)
José Joaquim Cesário Verde (Lisboa, 25 de Fevereiro de 1855 — Lumiar, 19 de Julho de 1886) foi um poeta português, sendo considerado um dos precursores da poesia que seria feita em Portugal no século XX.
Filho do lavrador e comerciante José Anastácio Verde e de Maria da Piedade dos Santos Verde, Cesário matriculou-se no Curso Superior de Letras em 1873, mas apenas o frequentou alguns meses. Ali conheceu Silva Pinto, que ficou seu amigo para o resto da vida. Dividia-se entre a produção de poesias (publicadas em jornais) e as actividades de comerciante herdadas do pai.
Em 1877 começou a ter sintomas de tuberculose, doença que já lhe tirara o irmão e a irmã. Estas mortes inspiraram contudo um de seus principais poemas, Nós (1884).
Tenta curar-se da tuberculose, mas sem sucesso, vem a falecer no dia 19 de Julho de 1886.
Filho do lavrador e comerciante José Anastácio Verde e de Maria da Piedade dos Santos Verde, Cesário matriculou-se no Curso Superior de Letras em 1873, mas apenas o frequentou alguns meses. Ali conheceu Silva Pinto, que ficou seu amigo para o resto da vida. Dividia-se entre a produção de poesias (publicadas em jornais) e as actividades de comerciante herdadas do pai.
Em 1877 começou a ter sintomas de tuberculose, doença que já lhe tirara o irmão e a irmã. Estas mortes inspiraram contudo um de seus principais poemas, Nós (1884).
Tenta curar-se da tuberculose, mas sem sucesso, vem a falecer no dia 19 de Julho de 1886.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Bibliografia de Eça de Queirós
Fase Romântica:Prosas BárbarasO Mistério da Estrada de SintraFase Realista:As FarpasUma Campanha AlegreO Crime do Padre AmaroO Primo BasílioA Tragédia da Rua das FloresO MandarimA RelíquiaOs MaiasFase Social-Nacionalista:Correspondência de Fradique MendesA Ilustre Casa de RamiresA Cidade e as SerrasContosÚltimas Páginas
Biografia de Eça de Queirós
José Maria Eça de Queirós nasceu na Póvoa do Varzim em 25 de Novembro de 1845.
Curiosamente (e escandalosamente para aquela época), foi registado como filho de
José Maria d`Almeida de Teixeira de Queirós e de mãe ilegítima.
O seu nascimento foi fruto de uma relação ilegítima entre D. Carolina Augusta Pereira de Eça e do então delegado da comarca José Maria d`Almeida de Teixeira de Queirós. D. Carolina Augusta fugiu de casa para que a sua criança nascesse afastada do escândalo da ilegitimidade.
O pequeno Eça foi levado para casa de sua madrinha, em Vila do Conde, onde permaneceu até aos quatro anos. Em 1849, os pais do escritor legitimaram a sua situação, contraindo matrimónio. Eça foi então levado para casa dos seus avós paternos, em Aveiro, onde permaneceu até aos dez anos. Só então se juntou aos seus pais, vivendo com eles no Porto, onde efectuou os seus estudos secundários.
O seu nascimento foi fruto de uma relação ilegítima entre D. Carolina Augusta Pereira de Eça e do então delegado da comarca José Maria d`Almeida de Teixeira de Queirós. D. Carolina Augusta fugiu de casa para que a sua criança nascesse afastada do escândalo da ilegitimidade.
O pequeno Eça foi levado para casa de sua madrinha, em Vila do Conde, onde permaneceu até aos quatro anos. Em 1849, os pais do escritor legitimaram a sua situação, contraindo matrimónio. Eça foi então levado para casa dos seus avós paternos, em Aveiro, onde permaneceu até aos dez anos. Só então se juntou aos seus pais, vivendo com eles no Porto, onde efectuou os seus estudos secundários.
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